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julho 11, 2013

A condição feminina



Não escapo. Não são sapatos, não são diamantes, nem sequer são caros, mas enfeitam. E brilham. 

junho 20, 2013

Ria




Para aliviar: RIA no CAFÉ, RIA com o CAFÉ, em frente à Ria, é verdade. Em Aveiro, este é o meu café. Ou seRIA mais, se tempo mais houvesse e outros tempos fossem. Café-bar, melting pot da cidade pelo cruzar constante das idades, ocupações, nacionalidades e mais. Pessoal à altura do lado de dentro para o pessoal de fora que se senta, dentro ou fora, a ouvir música ou a contemplar a Ria e a city life do coração da cidade. RIA. Bem que é preciso.

fevereiro 12, 2013

As vozes

Há vozes masculinas no cinema que são um bocadinho para o irresistível. Porque maravilhosas, tremendas, até. Lá fora, duas: Russel Crowe e Clive Owen. Obviamente que o seu charme e carisma não passa apenas pela voz, mas que ela faz parte, faz. Cá dentro, uma: Ricardo Carriço. Ouvi-a hoje e daí o post. Que não é grande coisa, é certo. Mas que ele há vozes, há.


(O trailer é um teaser, não o original. Também o há, mas como não aprecio o herói do filme em questão... Já a voz é do Russel e é, oh felicidade, a sério.)

janeiro 24, 2013

Yin Yang


A última escola onde estive, uns anos, antes de mudar para a atual. Uma parede preenchida com cacifos, na sala de professores, e uma sugestão para os colorir de forma algo artística e pessoal. Disseram-me que devia ser uma coisa que nos simbolizasse ou que tivesse a ver connosco. O meu aqui está. Ou melhor, lá está, ficou, como lembrança da minha passagem. O meu, portanto. O que significa?  Nada. É só uma pequena porta no meio de muitas. Ou muito. É possível.

outubro 18, 2012

ARTEsanato


É-me muito difícil resistir a peças deste género e outras de cariz étnico, de vários pontos do mundo. Feiras e lojinhas deste tipo sempre me atraíram, embora tenham fechado muitas lojas que visitava regularmente com evidente prazer. Afinal, não são bens de primeira necessidade. Tão somente objetos decorativos que nos fazem viajar (na impossibilidade de o fazermos geografica e fisicamente) e dar um toque mais exótico aos nossos espaços europeus, urbanos, rotineiros e/ou funcionais. Gosto, gosto, gosto.

julho 08, 2012

Astros


Gosto, se falarmos de astrologia ligada ao estudo do caráter. Obviamente que não explica tudo acerca da nossa personalidade. Há naturezas que são travadas pela educação, nomeadamente, e outras que são bastante estimuladas pela mesma. Meio, percursos pessoais e outros também jogam um papel importante na definição daquilo que se é. Mas as caraterísticas base, sobretudo na combinação signo solar/ascendente, revelam muito do que somos. E as (in)compatibilidades entre elementos são observáveis. É também um estudo mais complexo do que se pensa, não se fala aqui de horóscopos que nunca leio e que não me interessam. 
Para quem gosta do auto-conhecimento, esta é uma interessante vertente a explorar.

maio 28, 2012

Culto

Não costumo publicar aqui fotografias tiradas por mim, mas estas tirei-as no sábado passado no pequeno parque da minha pequena cidade adotiva. Representam um pequeno gosto pela fotografia e um grande gosto pela vida ao ar livre. Daí gostar tanto do bom tempo, adorar finais de maio e junho e o verão, tudo aquilo que me permite cultivar o respirar fora de portas, absorver espaços exteriores, inspirar e inspirar-me, quanto mais não seja para escrever um post que fuja ao habitual. Será?





Não sei se fugirá assim tanto. O culto que tenho pelo ar livre e que tenho passado para o meu filho, e quanto me alegra ver que larga tudo, televisão, dvd, ecrãs, para brincadeiras lá fora, leva-me a escrever mais do que umas palavrinhas de júbilo pela tarde que passei no tranquilo parque da minha tranquila cidade perto da beira mar. Na verdade, é com alguma tristeza que me apercebo de que não há este culto entre os cidadãos portugueses - o do espaços verdes. Contrastando com aquilo que se passa em Inglaterra e noutros países europeus e não só, não se veem pessoas e famílias descontraídas a usufruir dos jardins e dos parques ao fim de semana, enquanto que as esplanadas estão cheias, os cafés também, e se for em frente ao mar então nem se fala. Também gosto do mar e da praia, mas uma coisa não invalida a outra. Durante muito tempo não é possível fazer praia e nem por isso os parques e os jardins se enchem - era sábado e as únicas pessoas eram eu, o pequeno e idosos. É fácil ver idosos nos bancos de jardins a conversar mas não jovens nem famílias, nem homens nem mulheres sozinhas, nem pessoas a ler, nem descalças, nem em espreguiçadeiras, nem algo parecido. Não há uma cultura de parque como há de café, não há descontração como vi em Londres e noutras cidades europeias, para onde vão correr com os miúdos, ler ao ar livre, sentir o cheiro das flores, experienciar a clorofila? Tudo muito fechado, muito encafuado nos centro comerciais ou então à volta das esplanadas perto da praia, os jardins das cidades abandonados, sem vida, sem risos nem correrias de crianças, definha-se nos centros das cidades. E se há parques e jardins bonitos, este é um deles,  é só sentarmo-nos na relva e deles usufruirmos. Admito que gosto do urbano calmo, gosto do arvoredo e da serenidade saudável que o ar puro nos oferece. Que bela tardada. Os pequenos agradecem, as cidades também. De que é que estamos à espera?

maio 22, 2012

Iluminação




Não é que eu não goste de outros géneros também. Aliás em casa, atualmente, nem sequer tenho nada deste tipo. Mas é provável que seja infelizmente. O meu gosto pelo moderno não esgota a minha paixão pelo exótico, por estes ambientes das mil e um noites e mais alguma.

Um salão destes só estimula o devaneio a oriente ao mesmo tempo que convida ao total relaxamento em ambientes claros pontuados por reconfortantes madeiras e, o melhor de tudo, por luzes emanadas de candeeiros impregnados de  exotismo que criam ambientes que pessoalmente me seduzem. 

É, definitivamente, sítio interior para mim. Cintilação Xerazade... Manias, pronto.

abril 30, 2012

Transcultural

Não escapo à minha condição feminina e não o lamento. Não são sapatos nem ouro mas é bijuteria. Étnica, exótica, diferente, de madeira, oriental, africana, índia, árabe, de inspiração greco-romana até, sei lá, venha lá donde vier. Trata-se de um fraquinho, aliás, de um enorme fraco. E é uma fraqueza tão grande que é um perigo entrar numa loja destas. Ao menos não fico muito cara. Podia ser a Tiffany´s.... ainda bem que não sou rapariga de (grande) pequeno almoço.

abril 13, 2012

Chá


Cenários vitorianos  garden chic da literatura ou do cinema, o english country de tardes de sonho sob o verde apaziguador da natureza, conversas de simplicidade ao sabor de tranquilas e aromáticas infusões, horas cheias de tempo envoltas em sedas de fino toque, o tea time que permanece algures nos jardins das melhores memórias, romanticamente reais ou imaginárias.

fevereiro 01, 2012

Etnicidades



Étnico, exótico, boémio, individual ou conjuntamente, desde que jogue com a cor, almofadas e tecidos de recortes orientais a convidarem-me ao ócio consciente de apetecíveis recantos, cor, modernidade citadina inspirada em viagens de seda, hippy chic, as mil e uma noites e as índias todas, ainda a cor, é muito assim que gosto. Já foi mais assim, apartamento de estreia, e às vezes gostaria que assim pudesse voltar a ser.

janeiro 22, 2012

Quatro casamentos e um bando em fuga


Os quatro signos da liberdade - Aquário, Sagitário, Carneiro, Gémeos.


Os quatro signos do casamento: Capricórnio, Caranguejo, Leão, Balança.



Posto isto, que dizer...?

janeiro 04, 2012

Ir

Inaugura-se hoje um capítulo que projeta vontades ou traduz apenas pequenos gostos e preferências.


Dias assim no céu e na estrada fazem-me o gosto pelo ir. À procura de um lugar que não mora aqui. Demorar-me por lá até ser obrigada a voltar.