Acabei de ler na minha homepage MSN um título a dizer assim: Quem é inteligente ouve Radiohead, quem não é ouve Beyoncé (in DN). Não li o artigo mas avanço já com a pergunta que se (me) impõe: E quem não ouve nem uma coisa nem outra?
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outubro 23, 2014
outubro 11, 2014
setembro 30, 2014
Bela muito adormecida
Já é muito tarde para um café mas um clássico é sempre um clássico. Ou então, de outra maneira. Um clássico é sempre um clássico embora a esta hora prescinda do café.
julho 02, 2014
Jogadores, jogadores, beleza à parte
Partilho aqui uma questão curiosa, especialmente com os membros do sexo feminino que passam ou poderão passar por aqui. É minha impressão ou os jogadores de futebol estão cada vez mais feios? Passo a explicar. Não tenho visto quase nada do Mundial 2014, apenas está a televisão ligada nessas alturas, porque o pequeno desenvolveu um interesse agudo pelo evento, chegando ao ponto de dizer que não pode perder nenhum jogo e falando em jogadores que não conheço mas que estão lá, existem, e de que maneira. Ora, este interesse começou pela aquisição da caderneta e foi a partir desta que o meu post nasceu.
Ao folheá-la confirmei aquilo de que já desconfiava - a tal minha impressão - de que já não se fazem jogadores bonitos como dantes. Ou eles apostam no feio porque querem ser levados a sério, quer dizer, vender uma imagem mais alternativa, algumas vezes, ou eu já alterei o meu padrão estético com a idade, é possível. São ou estão todos, bem, quase todos, perfeitamente longe da beleza que já vi passear em campo noutros tempos. Onde vi umas 2, 3 carinhas larocas, no máximo? Na Bósnia, é verdade, que pus em primeiro, na Alemanha, na Suíça, até penso que nos EUA, sim, estes com 3 ou 4. Holanda e Austrália talvez com 2. Também considerei o mesmo na Costa Rica, para fugir da tonalidade menos bronzeada, o que me agradou também. Nesta linha, a Argentina, não estando totalmente bem, também não está muito mal. Na Itália ia apanhando um susto. Tive de voltar a ver o nome do país em cima, não fosse estar na página errada. Mas então onde estão os italianos herdeiros dos romanos, pelo menos daqueles que aparecem nos filmes e nas séries? Em Portugal, a mesma coisa, parece que o efeito Rui Meireles é contagioso. E na Grécia? Por momentos, pensei tratar-se da equipa taliban do Afeganistão, nada contra os afegãos, há gente bonita em todo o lado, mas não é de todo o meu conceito de beleza a combinação barbas e roupas de guerrilheiro. Ora aqui está mais uma razão para continuar a não ver futebol.
junho 26, 2014
Esta relação está assim

1. Confirmei ontem e de que maneira que o meu corpo ou o meu espírito - ou os dois ao mesmo tempo - não está - não estão - para desportos radicais. Apanhei uma radical seca num parque destinado a aventuras desses género - que estão longe do meu conceito de aventura, a milhas e milhas. A única coisa do género que ainda vai lá tem que meter volante, porque o resto - o resto que lá estava pelo menos - passo. (É claro que enquanto lá estive filosofei sobre o quão diferente é o conceito do medo, o da aventura e o da coragem, porque é mesmo.)
2. É óbvio que vamos fazer as malas e voltar para casa hoje. No dia do jogo anterior, domingo, creio, estava já a dormir e hoje se vir este estou já de antemão a pensar que estamos de malas aviadas. Até pode ser pessimismo, ainda há 1% de hipótese, mas é isto. É como se eu agora, porque gosto muito de andar de bicicleta ou porque gosto muito de escrever fosse competir com outros melhor preparados e mais talentosos nestas matérias. Nem a vontade e autoconfiança bastam nem a última deve ser em demasia quando há outros na corrida.
Claro que a relação do título é aquela que de momento tenho com o desporto.
junho 24, 2014
Das dificuldades
Há pouco via na televisão a saída em liberdade de Isaltino Morais e saltou-me à vista o cabelo completamente branco e o envelhecimento súbito em pouco espaço de tempo. Recordei imediatamente outros delituosos a quem aconteceu precisamente o mesmo, desde os arguidos do caso Casa Pia até aos PMs Sócrates e Passos Coelho. Em todos estes exemplos foi visível no rosto e no cabelo o aparecimento veloz de marcas de tempos árduos e não propriamente inocentes. Vai daí que, num ápice, me pus a pensar em mim própria. E eis que a ausência de cor inundou também e imediatamente o meu teclado. Noites em branco, espaços totalmente em branco, brancas inconcebíveis que surgem nos testes, branca de desgaste, cheques cada vez mais a correrem o risco de serem em branco, cada vez menos carta branca, mentiras nada brancas. O meu crime? Bom, não encontro outro, sim, esse mesmo: ter enveredado por esta profissão, que em tempos difíceis ainda é capaz de arranjar mais agruras ao alimentar-se cada vez mais do facilitismo e, espantemo-nos, é verdade, também ela, da impunidade. Está explicado.
abril 08, 2014
março 26, 2014
O cedo erguer

Não me falem do encanto matutino e do aproveitar do dia todo. Não me falem da atividade matutina e do que se perde quando não se levanta cedo. Não me falem da luminosidade das manhãs quando eu acho que ainda é de noite.
março 18, 2014
(In)Certezas

Não tenho bem a certeza do nome da revista onde, a propósito de uma fotografia tirada no Iraque, vi escrito e li rio Eufrades. Sim, Eufrades. E não tenho a certeza do canal televisivo onde vi escrito Cingapura, isso mesmo, com C. Tenho a certeza, porém, que vi estas duas grafias no espaço de 3, 4 dias, para intensificar a coisa. Eu que sou absoluta fã da geografia das cidades e das nações, das montanhas e dos oceanos, das fronteiras e dos povos. Não tenho a certeza mas poderei não ter sido a única a reparar, embora outros o possam ter notado apenas separadamente. O meu caso é pior - foram as duas coisas seguidas, uma afronta a quem associa matrículas de automóveis a locais do planeta. Posto isto, uma coisa é certa: não sei se deva rir ou chorar.
fevereiro 12, 2014
Vai um cafezinho?
A hora pode ser tardia para cafeína, para alguns, eu própria incluída. Mas sempre pode ficar para amanhã depois do almoço. Tema não faltará à mesa do café.
janeiro 28, 2014
Curiosidades de gatos

Não tenho gatos e aprecio mais os seus primos selvagens, os "big cats" felinos. Pelo menos ao longe, via televisão, se possível filmados pela BBC. Mas compreendo que os gatos sejam uma excelente companhia com o seu ronron manhoso e engraçado. Aprecio ainda mais as formas de arte que povoam este nosso enorme imaginário criativo. Por isso, admito que isto está genial. G(r)atos estaremos, pois, ao FB já que me deixou roubar esta curiosa coleção.
janeiro 24, 2014
Hey dude

Aparecem-me cada vez mais vários comentários spam. Apago-os e depois voltam a aparecer outros. O post que se mantém no top em primeiro lugar aí ao lado assim está posicionado apenas porque todos os comentários spam vão cair lá direitinhos. Wonder why.
Ainda me lembro da primeira vez que recebi um comentário spam aqui no AE. Na altura o mesmo era muito veemente na crítica que me fazia e eu respondi, peito feito, inocência das inocências. Só depois me apercebi que quando clicava no autor do comentário aparecia algo pouco, digamos, recomendável. Enfim, coisas de quem nada sabia de blogosfera.
Não sabendo muito muito mais agora, ainda assim lá vou apagando os que vou recebendo (e repito que são cada vez mais, o que não me garante que seja mau nem bom). Mas aquilo que quero partilhar aqui é que, sendo todos em inglês, um dos últimos dizia hey dude you´ve done a great job here ou coisa do género.
Esclarecendo quem não vê a foto lá em baixo à direita nem reconhece este meu nome: eu não sou (um) dude. Não sou um homem, nem um tipo, nem um pá, nem nada disso. Às vezes digo que devia ter nascido homem, admito, mas é só quando estou a fazer limpezas, a suar e a praguejar ao mesmo tempo. Depois passa. Estamos esclarecidos, caros comentaristas spam?
janeiro 16, 2014
Coisas com graça

1. A conta do CDS na Meta dos Leitões (casa que conheço, afinal também eu sou daqui perto desta região); roubar ao governo porque nos rouba a nós não é uma má ideia, admita-se. Tudo isto tem graça, muita. Pela petulante ousadia e pela destemida coragem no famoso restaurante.
2. A reação do treinador Vítor Pereira na Árabia Saudita quando é manifestamente censurado na conferência de imprensa. Não que ver uma pessoa exaltada seja divertido. Mas quando ele diz "This is a free country" não há como não achar piada. O seu repetido "true" para truth também não se saiu nada mal.
3. A descoberta de que o aparentemente sem graça presidente francês é afinal um leonino conquistador. Mas atenção, não falo de paixões clubísticas, é mesmo do facto de ele ter nascido em agosto e exalar, ao que parece, romance por todos os poros, para não fugir à regra. Temos Leão.
4. Um miúdo fala mentira a querer dizer verdade: de uma soma de 2.60 euros para umas fotocópias para um manual inteiro diz ter gastado 8 na compra do manual em si. Mas o manual novo custa 5, digo. Onde o compraste? Comprei-o ao X. O X já passou para o ano seguinte e fez, pelos vistos, um bom negócio. A não ser que o X lhe tenha dado o manual já usado e a soma foi-se. Para coisas que eu cá sei. E que ele não diz. Esta graça, todavia, não deixa de ser desgraça. Sobretudo para quem ele quer enganar - a mãe.
5. A recente descoberta nacional de que temos um Panteão não deixa de ser engraçada. Estamos em 2014 e ainda vamos a tempo, acrescente-se. E pode ainda esta palavra concorrer nas mais ditas do ano, juntando-se provavelmente às crise e troika. Nada mau para um monumento que não fazia história.
dezembro 18, 2013
O inglês leva-te a qualquer lado ... ou não

Como se sabe, sou professora de inglês. Não sei se é por isso mas aqui vai: a minha primeira viagem, de avião, foi a Londres, sempre gostei de bolacha americana, sou fã dos U2 e da ilha esmeralda, um dos meus heróis de sempre foi e é Madiba, não me importava nada de viver "down under", o meu melhor professor até hoje era e é neozelandês, e, icing on the cake, estou a acabar o ano apoiada em canadianas.
dezembro 10, 2013
Terapia de grupo natalícia

Fresquinho, a combinar com o frio que anda por essa Europa fora. Roubado do mural de uma psicóloga amiga.
novembro 15, 2013
Contente descontentamento

Ontem, enquanto via o telejornal, animei-me momentaneamente quando me foi dito que agora vão começar a distribuir ouro pela população (não gosto de ouro, já agora, mas trocava-o logo logo, vendia-o logo logo, e fazia imensas coisas com ele). Esta resposta que me animou tinha a ver com a minha super sorridente e tonta pergunta: ai sim, saímos da recessão? e agora? o que é que isso significa para nós? vão melhorar as coisas? - enquanto via e ouvia (e lia em rodapé) a notícia da noite (terá sido a do dia, também?). Reparando que a ironia brincalhona era apenas isso mesmo, pergunto a outros, já hoje, na esperança de recuperar a alegria: saímos mesmo da recessão? e agora? já está a acontecer alguma coisa? em concreto? já posso fazer um sem número de coisas que os cortes no salário, congelamento desde 2004, iva, roubo dos subsídios, etc e tal, não me deixaram fazer? Sem falar em quem está pior, muito pior, já no limite da sobrevivência. Bom, digam-me, há alguma coisa que eu já deveria estar a sentir, efetivamente? Sintomas da saída da recessão já esta manhã? Coisas concretas? Hmmm, não? No meu caso, não? Hmm, bem me parecia. Era então um contentamento descontente, porque palerma e apressado, bem me parecia, outra vez. Foi apenas um contente momento porque o descontentamento, esse, parece que não me abandona. A recessão é uma coisa má e a saída é uma coisa boa, deve ser, mas só quando na prática começar a ver aparecerem coisas (na verdade ressurgirem, uma vez que foram tiradas, e sem permissão) que fui vendo desaparecerem. Entre elas o contentamento contente de ver quem trabalha, há anos e anos, compensado por isso. E o resto que daí advém.
novembro 14, 2013
O lado sapato
Salvo seja. O título, melhor dizendo, e lembrando-me de uma velhinha frase dita numa revista por Rita Lee. Quanto ao post, é para não se dizer que não falo de sapatos. Não falo, é certo, mas mostro-os. E numa língua que dá jeito, caso se vá para fora ou se esteja a ler revistas de moda femininas e sugestões dadas por quem sabe. Quanto ao armário de cada uma, é ver o que falta.
(Custou-me ver a diferença entre os platform e os pumps, mas ela existe, existe mesmo. E agora confirmo que os peep toes não são pumps, claro que não, silly me, peep é aquela coisa do espreitar, engraçado o nome, acho que há um filme chamado Peeping Tom, agora que me lembro. Aqui está matéria para uma boa aula em inglês, para meninas, preferencialmente, é possível. Talvez inclui-la no tema shop till you drop, por exemplo?)
novembro 09, 2013
Descomprimir

Sem qualquer interesse público mas hoje soltei umas boas gargalhadas em frente ao televisor (voltei a saber o que é uma coisa chamada televisão, abençoada chuva e abençoada resma de testes para corrigir que me atiraram para o sofá e me fizeram trabalhar mas rir, combinação que vai sendo cada vez mais rara, segundo o evangelho de muitos de nós).
1. O filme do Robin Williams "Mrs Doubtfire" resiste ao tempo pois não consegui parar de rir até praticamente 10 minutos do fim, mais ou menos. Um mais para Carpe dentum, seize the teeth (agarra os dentes), num hilariante momento que vai buscar, adaptando, a mítica deixa no filme "Clube dos Poetas Mortos", também protagonizado por ele num registo puramente dramático. Trata-se de um ator que não faz parte da galeria dos meus sedutores mas que nos faz rir e chorar simultaneamente num ápice, talento que não é para todos. Mesmo quando puxa ao melodrama lá estou a comover-me, sobretudo se a história meter miudagem, coisa que acontece desde há uns anos para cá. Grande comédia, esta, e rir ainda é um bom remédio.
2. Vi o episódio da telenovela da SIC passado na Golegã (a propósito, acho que tenho que voltar lá, à terra da festa do cavalo. Quando lá fui, há 4 anos, não gostei, talvez por ir em visita de estudo com pessoas que mal conhecia na altura. Senti-me desconfortável naquele ambiente, vá lá saber-se porquê. Até acho que sei mas não me apetece dizer). Bom, não sabia que o par Rui Unas e Luciana Abreu podia ser tão engraçado, a cena das castanhas está ao nível da boa comédia que aparece, por exemplo, nas produções semelhantes brasileiras. Ela chamar-se Fátinha ou Faty na novela também não está nada mal. Afinal, a personagem podia ser pior. Tudo pode piorar, como se sabe. Nada como descomprimir, então. É S. Martinho e ninguém leva a mal.
outubro 31, 2013
Amigos amigos géneros à parte

"A amizade, entre um homem e uma mulher, é (o leitor que escolha): um bico de obra; uma coisa muito linda; ainda mais complicado que o amor; absolutamente impossível; amizade da parte da mulher e astúcia da parte do homem; astúcia da parte da mulher e amizade da parte do homem; só é possível se a mulher for forte e feia; impossível se o homem for minimamente atraente; receita certa para a desgraça; prelúdio certo para o romance; indescritível; inenarrável; sempre desejável; o que Deus quiser; o diabo." MEC
Uma amiga postou isto e achei muita piada. Eu, leitora, escolhia algumas, sem hesitações. Tenho amigos homens, essencialmente colegas, muito bons colegas, melhor dizendo. Amizades íntimas são poucas, sobretudo por opção e maneira de ser (independente). Poucas, dizia, sejam homens ou mulheres. Poucas mas muito boas, já agora. Quanto aos homens, e batendo certo com algumas coisas ali em cima sic MEC, a verdade é que perdi alguns amigos - vários - quando me casei. Foram deixando de telefonar, de aparecer, de estar comigo -ou connosco. Agora não sei se o fizeram porque deixei de estar disponível, quer dizer, livre, ou se por respeito ao respetivo, do género pensarem que causariam algum tipo de aborrecimento, é bem possível. Também é possível que nestas coisas os homens sejam mais observadores do compromisso alheio, enquanto que as mulheres continuam atiradiças e conversadoras com os homens casados. Não é regra geral, mas é possível. Ou então é mesmo aquela coisa do é impossível uma amizade desinteressada entre um homem e uma mulher. A não ser que ele seja feio ou ela feia. Ou os dois feios, o que também é possível. Os dois bonitos e atraentes deve ser um berbicacho, sobretudo se forem casados, um ou outro, ou até, possivelmente, os dois. Por causa da ciumeira dos respetivos, que pode ser possível. Mas há casos e casos. Pode, no fundo, esta amizade ser o que as pessoas quiserem. Ou então o que Deus quiser, claro. E aí a amizade pode desembocar em romance, é possível. (E numa possível desgraça.) Ou não, o que também não deixa de ser possível. Posto isto, aos bons amigos. Se possível, bonitos e atraentes, o que me parece impossível. Mas é possível que os haja, é um facto. Com ou sem astúcia, eis uma boa questão.
outubro 19, 2013
O hilariante

Este é o primeiro de dois posts seguidos. O objetivo? Bom, dividir os pais que se deslocam à escola em duas categorias: a hilariante e a tocante. Começo pela primeira. Porque de tão mauzinhos nos fazem rir. Temos de converter as pequenas desgraças em gargalhadas, é um bom princípio para se manter a sanidade mental, especialmente para quem é diretor de turma, como eu este ano, de um CEF. Na verdade são dois em um, que fica muito mais barato ao governo; desta forma temos 29 alunos juntos nas disciplinas teóricas (aquelas de que eles mais gostam, estão a ver) e desdobrados nas técnico-práticas. Continue-se.
Ontem, apareceu-me uma mãe (não há preocupação nenhuma, desconhecem por completo este blogue e assim continuarão) a culpar os professores pelas desgraças do filho desde os 12 anos. Ele atingiu a maioridade e vem - vinha - com um historial complicado de falhanços escolares por ter fundamentalmente revelado interesses divergentes dos escolares. Mesmo muito divergentes. A senhora, sobre quem eu já tinha sido avisada, falou do alto das suas arrogantes certezas, malhou em professores anteriores (não teve tempo para o fazer em relação aos atuais, nem eu a deixaria), disse nomes e perguntou se eu os conhecia, apontou o dedo a tudo e a todos - menos a ela mesma. Estava nesta atacante toada até que tive de me impor, repare-se que ela não me deixou alternativa. Começou a baixar a crista, gradualmente, e saiu de lá lavada em lágrimas, a pedir desculpa e a dizer obrigada. Não usei métodos anti-amnistia internacional, apenas fui levando a conversa para onde deveria ir - e como deveria ser de acordo com as circunstâncias. O garoto, acrescento, meteu-se em trabalhos mas gostava dele, tinha um potencial enorme em muitos aspetos. Mas percebeu-se claramente que em casa não o educam, apenas o protegem de forma errada. Educar é muito difícil e ser mãe também. Mas sobre isso falarei no post dois sobre esta matéria. Esta história, entre muitas, só nos diz que, realmente, muitos são muito bons para os pais que têm.
Ontem, apareceu-me uma mãe (não há preocupação nenhuma, desconhecem por completo este blogue e assim continuarão) a culpar os professores pelas desgraças do filho desde os 12 anos. Ele atingiu a maioridade e vem - vinha - com um historial complicado de falhanços escolares por ter fundamentalmente revelado interesses divergentes dos escolares. Mesmo muito divergentes. A senhora, sobre quem eu já tinha sido avisada, falou do alto das suas arrogantes certezas, malhou em professores anteriores (não teve tempo para o fazer em relação aos atuais, nem eu a deixaria), disse nomes e perguntou se eu os conhecia, apontou o dedo a tudo e a todos - menos a ela mesma. Estava nesta atacante toada até que tive de me impor, repare-se que ela não me deixou alternativa. Começou a baixar a crista, gradualmente, e saiu de lá lavada em lágrimas, a pedir desculpa e a dizer obrigada. Não usei métodos anti-amnistia internacional, apenas fui levando a conversa para onde deveria ir - e como deveria ser de acordo com as circunstâncias. O garoto, acrescento, meteu-se em trabalhos mas gostava dele, tinha um potencial enorme em muitos aspetos. Mas percebeu-se claramente que em casa não o educam, apenas o protegem de forma errada. Educar é muito difícil e ser mãe também. Mas sobre isso falarei no post dois sobre esta matéria. Esta história, entre muitas, só nos diz que, realmente, muitos são muito bons para os pais que têm.
Para terminar a rir à valente, o relato, ouvido também ontem, sobre outra mãe que se deslocou à escola para falar com um colega. Estava a falar a senhora com o diretor de turma e chamam o garoto em questão. Este começa a falar alto, a desafiar a mãe e mesmo a dizer palavrões. Diz-lhe a mãe: "cala-te já, olha que não estás a falar com os teus professores". É isto.
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